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Nanotecnologia

Hidrogênio produzido por meio de hidrólise sem consumo de energia

Os processos de produção de hidrogênio (H2) atualmente envolvem o uso de combustível fóssil (não sendo interessante do ponto de vista sustentável) ou eletrólise (gastando muita energia elétrica). A produção de H2 é interessante para uma série de aplicações que dependem de uma fonte de energia compacta e ecológica.

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Cientistas das universidades de Penn State e Virginia Commonwealth desenvolveram uma técnica para quebrar moléculas de água (H2O), à temperatura ambiente, usando aglomerados (clusters) de alumínio. Eles concluíram que, além das propriedades eletrônicas desses aglomerados, sua geometria (disposição dos átomos) é decisiva para que a quebra ocorra. A pesquisa continua no sentido de descobrir um modo de reciclar os aglomerados para que a técnica possa ser usada industrialmente.

Fontes: Inovação Tecnológica, EurekAlert!

Um elevador estratosférico, literalmente

Se você leu o livro 3001: A Odisséia Final, de Arthur C. Clarke, deve estar familiarizado com a ideia de um elevador vertical com várias dezenas de quilômetros a se projetar da superfície da Terra.

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A utilidade de algo desse tipo é evidente: uma enorme redução de custos. A ideia mais simples e factível é um cabo, análogo aos usados em elevadores convencionais, preso à superfície e conectado a um satélite artificial em órbita estacionária.

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Um grupo de cientistas de Cambridge desenvolveu uma fibra leve, bastante flexível e extremamente resistente, a base de nanotubos de carbono. Cientistas espaciais já conjecturam sobre a construção de um cabo extenso com base em tal material.

Dispor de um cabo resistente e grande o suficiente é imprescindível para esse empreendimento, mas há muitos outros problemas a serem resolvidos antes de ascensorista espacial ser um cargo oficial da NASA.

Fonte: TimesOnline

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